O técnico Claudinei Oliveira fez um bom trabalho no Santos, em 2013.
Após o desligamento de Ricardo Drubscky no início desta semana, o Paraná Clube já tem um substituto para comandar o time na Série B do Campeonato Brasileiro.
Na tarde desta quarta-feira (16), a diretoria paranista irá apresentar o técnico Claudinei Oliveira, que trabalhou no Goiás na disputa do Estadual.
Sob o comando do Esmeraldino, Oliveira, 44 anos, chegou a final do Goiano e acabou perdendo o título para o Atlético-GO.
Em três meses no Goiás, o treinador conquistou 11 vitórias, seis empates e apenas duas derrotas.
Claudinei Oliveira ganhou notoriedade após um bom trabalho no Santos, na última temporada. O treinador deixou o clube na sétima colocação do Brasileiro.
http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/793648/?noticia=PARANA+CLUBE+DEVERA+CONFIRMAR+O+TECNICO+CLAUDINEI+OLIVEIRA
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quarta-feira, 16 de abril de 2014
sábado, 10 de dezembro de 2011
Brinner assinou com o Botafogo
O zagueiro Brinner (foto) é a nova contratação do BOTAFOGO. O jogador tem 24 anos e atuou pelo Paraná na Série B do Brasileiro.
http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/centraldomercado/cobertura/
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
TJD coloca Paraná na elite do Estadual
http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1173593&tit=TJD-coloca-Parana-na-elite-do-Estadual-mas-julgamento-pode-ser-anulado
O Paraná, provisoriamente, está livre do pesadelo de ter de disputar a Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense. Por 4 votos a 2, os auditores do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD-PR) decidiram, na noite desta segunda-feira (26), punir o Rio Branco com a perda de 22 pontos no Estadual, além de uma multa de R$ 27 mil, em razão da escalação irregular do meia-atacante Adriano. A decisão resulta na queda do clube parnanguara e favorece diretamente o Paraná, rebaixado dentro de campo.
A disputa na Justiça, no entanto, está longe de acabar. Antes de o julgamento ser iniciado, o advogado do Rio Branco, Domingos Moro, protocolou uma solicitação para ser o último a se manifestar no tribunal, após a procuradoria e o advogado do Paraná. O pedido foi negado e Moro se retirou do julgamento.
“A defesa não pode ser ‘ensanduichada’ entre duas partes de acusação. Vou ao STJD [Superior Tribunal de Justiça Desportiva] alegando cerceamento de defesa”, argumentou Moro. “O presidente do TJD [Peterson Morosko] tomou a atitude correta, pois a lei prevê que o terceiro interessado [Paraná] é o último a falar. Foi uma saída totalmente intempestiva e sem razão”, rebateu o advogado do Tricolor, Itamar Côrtes.
O caso, agora, será encaminhado ao STJD, onde o Rio Branco deve pedir a anulação do julgamento realizado na noite desta segunda. Caso o pedido seja acatado, o TJD terá que avaliar a questão mais uma vez.
A disputa na Justiça, no entanto, está longe de acabar. Antes de o julgamento ser iniciado, o advogado do Rio Branco, Domingos Moro, protocolou uma solicitação para ser o último a se manifestar no tribunal, após a procuradoria e o advogado do Paraná. O pedido foi negado e Moro se retirou do julgamento.
“A defesa não pode ser ‘ensanduichada’ entre duas partes de acusação. Vou ao STJD [Superior Tribunal de Justiça Desportiva] alegando cerceamento de defesa”, argumentou Moro. “O presidente do TJD [Peterson Morosko] tomou a atitude correta, pois a lei prevê que o terceiro interessado [Paraná] é o último a falar. Foi uma saída totalmente intempestiva e sem razão”, rebateu o advogado do Tricolor, Itamar Côrtes.
O caso, agora, será encaminhado ao STJD, onde o Rio Branco deve pedir a anulação do julgamento realizado na noite desta segunda. Caso o pedido seja acatado, o TJD terá que avaliar a questão mais uma vez.
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